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(Foto: Divulgação)

 

O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alcançou média de 93,2 pontos em junho, alta de 2,2 pontos (2,4%) ante maio "representando o primeiro aumento mensal desde o início do ano".

O resultado mensal, segundo a FAO, foi impulsionado pelo aumento nos subíndices de óleos vegetais, açúcar e laticínios. "(Estes) atingiram o maior nível de vários meses após fortes quedas registradas em maio, em meio às incertezas do mercado impostas pela Covid-19", destaca a organização.

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Em compensação, nos mercados de cereais e carne, a maioria dos preços permaneceu sob pressão descendente. Apenas os preços do milho, entre os cereais, aumentaram em junho. Quanto às carnes, houve queda nas aves e bovinas, apesar de um aumento na demanda de importação pela China e Oriente Médio.

"Por outro lado, os preços da carne suína tiveram uma pequena recuperação, principalmente impulsionada por uma recuperação tímida na Europa, na expectativa de flexibilização das restrições de mercado impostas pela Covid-19", explica a FAO. Em junho, as cotações internacionais de todos os lácteos subiram, mas continuam abaixo do nível pré-pandêmico. 

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Quanto ao açúcar, a FAO relata que o avanço dos preços do petróleo deu forte apoio ao mercado, já que incentiva as usinas brasileiras a destinar maior volume de cana-de-açúcar para produção de etanol em detrimento do adoçante. Além disso, relatos recentes de gargalos nos portos brasileiros devido às medidas contra a Covid-19 ajudaram a elevar o subíndice.
Source: Rural

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